Fé cristã

26 06 2015

“A fé cristã não é a fé das pessoas que nunca erram, mas é a fé das pessoas que sempre se arrependem” – Ariovaldo Ramos.





A minha bandeira é o amor

13 06 2013

Uma das características da época presente – chamada por alguns de pós-modernidade ou de modernidade tardia – é o desenvolvimento de uma relativização extrema. E uma das consequências desta relativização é o fim dos absolutos, das verdades.

A partir desta perspectiva, uma mudança profunda acontece: Como afirmou Karl Marx há tempos, “tudo o que é sólido desmancha no ar”, acaba a diferença entre certo e errado, chegam ao fim os parâmetros.

Esta é uma perspectiva que, apesar de aceitar como contemporânea, considero equivocada. Penso que é impossível ao ser humano viver sem parâmetros, sem um norte. Por mais que alguém afirme que seu pensamento é livre, este alguém tem algum ponto de partida, mesmo que seja a decisão de viver sem parâmetros.

E por que me detenho nesta questão? Faço isto porque fico triste ao perceber como muitos vivem sem norte algum, baseando-se apenas em seus desejos, passageiros e maleáveis. Desejo de corações enganosos, como os de todos nós. Assim, tudo se torna certo ou errado de uma hora para a outra, a partir do meu, ou do seu, ponto de vista.

Prefiro assumir uma perspectiva, a de Cristo. Segundo esta perspectiva, o parâmetro é o amor sacrificial, aquele que pensa primeiro no outro do que em si, o que não é egoísta, que divide, que é paciente, justo, humilde.

Enfim, Cristo, o amor encarnado, é a minha bandeira.





Lugares, experiências e mudanças

7 06 2013

Já faz um bom tempo desde a última vez por aqui. Tempo suficiente para, entre outras coisas, conhecer alguns lugares novos, e inclusive passar uma temporada em um deles.

E após minhas andanças algo ficou por demais evidente: Os lugares pelos quais passamos, as pessoas que conhecemos, enfim, as experiências que vivemos, deixam marcas. Marcas estas que nos acompanham em nossa existência e nos fazem diferentes de quem até então fomos.

Se melhores ou piores, o tempo há de mostrar. Bem que, para que haja um melhor ou um pior, é necessário que haja um parâmetro, e é sobre parâmetros, ou a falta deles, que vou refletir no próximo post.





passado, presente, futuro

19 09 2012

A forma como um povo narra o seu passado diz muito de como ele se vê no presente e o que pretende no futuro.





Sobre meu pai, a saudade, a fragilidade e o amor

30 06 2012

Há exatos 10 anos eu perdia meu pai. Lembro claramente daquele dia, no qual o Brasil havia parado para festejar a conquista da Copa do Mundo disputada no Japão enquanto minha família experimentava grande dor e tristeza.

Contudo, hoje, uma década depois, com 20 quilos a mais e muitos fios de cabelo a menos, ao pensar no meu pai o sentimento que predomina em meu coração é o de saudade.

Como todo ser humano, ele tinhas suas falhas e defeitos. Porém, o que ainda carrego comigo são as lembranças de sua alegria, das histórias que contava, das viagens que fizemos juntos e do esforço que fez para oferecer o melhor a mim e meu irmão.

Estas são lembranças muito presentes e valiosas para mim, tão preciosas que me levam a refletir, ainda hoje, sobre minha trajetória de vida.

Primeiro, penso sempre em como a manifestação da graça de Deus através de inúmeras pessoas (entre familiares e amigos) foi fundamental para eu e minha família atravessarmos aquele momento de dor. Lembro, ainda hoje, com gratidão no coração, como o amor do Senhor se tornou paupável e audível através de inúmeras pessoas.

Consequentemente, após aquele episódio passei a tentar valorizar aquilo que considero o principal, as pessoas que amo. Como qualquer um, tenho o tempo como um artigo de luxo. Por isto, tento aproveitar ao máximo os momentos, mesmo que poucos, com aqueles que mais amo (em especial minha esposa, minha mãe e meu irmão).

Por fim, estas lembranças evidenciam para mim a fragilidade do ser humano. Apesar de acreditarmos que temos o nosso futuro em nossas mãos, o fato é que somos como neblina, que em determinado momento aparece e no outro já se dissipou.





Imitação de Cristo

25 06 2012

“Nossa imitação de Deus nesta vida – ou seja, nossa imitação intencional, ao contrário de todas as semelhanças que ele imprimiu em nossas naturezas ou estados – deve ser uma imitação de Deus encarnado; nosso modelo não é somente o Jesus do Calvário, como também o Jesus da carpintaria, das estradas, das multidões, dos apelos clamorosos e oposições furiosas, da absoluta falta de paz e privacidade, das interrupções. Pois isso, tão estranhamente diferente de tudo o que se pode atribuir à vida divina em si mesma, aparentemente não apenas se assemelha a ela, mas é a própria vida divina operando sob condições humanas”C.S. Lewis, em “Os quatro amores”.





O simples e o valioso

13 06 2012

“Não se esqueça de que, na vida, o valioso e importante não é tanto a realização de atos notáveis […] mas realizar coisas comuns, percebendo seu enorme valor” – Pierre Teilhard de Chardin