“Há maior felicidade em dar do que em receber”

1 07 2011

“Há maior felicidade em dar do que em receber” - Atos 20.35.

 

NOOMA 13 – Rich – Rob Bell (Legendado) from Marcelo Mioto on Vimeo.





O desejo

28 07 2010

Você já pensou sobre o que move você? O que é que faz com que você levante todo o dia da cama para enfrentar as agruras da vida?

Bem, estas são questões sobre as quais penso constantemente. E ao tentar respondê-las percebo que meus desejos muitas vezes aparecem como as respostas.

Penso que vivemos em uma época na qual o desejo ganhou importância exacerbada. É interessante perceber que isto acontece após um período no qual o ato de desejar era visto como um elemento secundário.

Durante a Idade Média, e grande parte da modernidade, o ato de desejar foi muitas vezes visto como algo transgressor, considerado errado e pecaminoso.

No entanto, um dos traços do advento da época contemporânea, nomeada por alguns de pós-moderna, é justamente a liberação do desejo.

Sem dúvida alguma, um dos fatores que favoreceu esta nova percepção do desejo são os estudos realizados pelo pai da psicanálise, Sigmund Freud, que destacou a importância do ato de desejar para a vida humana.

Concordo Freud quando o mesmo evidencia a importância do desejo para o homem. Porém, hoje é possível perceber que muitas pessoas mediam sua vida simplesmente por seus desejos, aos quais não apresentam limites. Considero esta é uma postura totalmente equivocada.

A igreja sempre teve dificuldades de lidar com o desejo, pois por muito tempo pensou o mundo de forma dualista. De um lado havia o mundo espiritual, que deveria ser buscado com todas as forças pelo ser humano, enquanto de outro havia o mundo físico, onde estariam os elementos dos quais o homem deveria fugir.

Agora, diante das demandas do homem contemporâneo, esta é uma percepção que começa a mudar. Entretanto, creio que o Cristianismo perde muito de sua beleza ao não conseguir estabelecer ainda uma relação saudável com o desejo.

Penso, que é hora de uma nova postura da igreja frente ao desejo, na qual o mesmo não seja demonizado, ou transformado em ídolo. Porém, que o mesmo seja tratado de forma equilibrada, como elemento que pode motivar o homem a viver de forma intensa e agradável aos olhos de Deus.





Karl Barth, ao se aposentar

1 05 2008

Li este post no blog de meu pastor, achei interessante e resolvi reproduzir:

“Ao se aposentar em 1963, Karl Barth recordou seu conselho oferecido aos jovens teólogos 40 anos antes:”Pegue sua Bíblia e pegue seu jornal. Leia os dois, mas interprete os jornais a partir da Bíblia.

No mesmo dia, conversando com estudantes, acrescentou:”Eu sempre oro pelos doentes, pelos pobres, pelos jornalistas, pelas autoridades do Estado e pela igreja — nesta ordem.

As pérolas estão na revista Time, de 31 de maio de 1963.Para conferir, acesse a revista Time.”





Extraterrestre

19 08 2007

Prólogo: Um sentimento tem sido recorrente no meu dia a dia, o de estranhamento, o de não pertencimento a este mundo.

Esta percepção surge:

Em uma conversa na qual as palavras ditas ou assuntos tratados são como fumaça que desaparece no vento.

Quando em uma sala de aula na qual tentam “ensinar” mais uma forma de ler o mundo a partir da teoria do “sábio” da moda.

Ao olhar para os lados e ver que todos buscam algo para gastar o tempo, mesmo que sem sentido e nexo. O importante é fazer, gastar, se movimentar.

Em meio a este contexto, conforto para alma é:

Olhar a grandeza do Criador refletida na criação.

Exaltar e engrandecer o nome do Senhor com todo o fôlego.

Ver o cuidado do Pai por meio da minha amada.

Gastar tempo com os amigos e perceber que o amor de Deus nos constrange e nos torna um, nos transforma em irmãos de sangue que nada têm a esconder.

Epílogo: Ele nos disse que somos peregrinos aqui. Que por amor de Seu nome seríamos incompreendidos e perseguidos. Então contigo quero estar Senhor Jesus.








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